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SALA
FILOSOFIA ESPÍRITA
Raimundo
de Moura Rêgo Filho
Bem,
esta é uma das muitas respostas que coloco no fórum espírita.net, um portal de
debates português no qual participo já há algum tempo.
Contendo
variada gama de pastas onde encontramos uma imensidão de temas para debate,
estudo e conversa, pelo site indicado viemos de fazer muitos amigos entre os
quais posso citar os confrades e manos Luis Costa e Paulo Inácio,
freqüentadores assíduos de nossa sala Filosofia Espírita.
Foi
no fórum Espírita.Net., que o assunto voltou-se para a dor e o sofrimento,
vendo eu, diferenciação muito forte entre as duas palavras resolvi explicar
essa minha visão e hoje me lembrei de colocar para vocês, também o conteúdo mal
acabado dessa interpretação que dou para as duas palavras.
Segue
então a íntegra da resposta dada aos companheiros do Fórum.
Gente,
deixem-me
comentar apenas sobre as palavras Sofrimento e Dor.
Li
as palavras da Suzana e guardei suas palavras, alias entendi bem o que todos
quiseram dizer, mas vejo uma diferença enorme entre as duas palavras e no
conceito que deram a elas.
Dor
sim, esta pode educar, se fizer acender a luz da transformação em quem a sinta.
Dor,
desta ninguém em Mundo de Prova e Expiação pode se furtar de passar.
Já
o mesmo não acontece como sofrer, ou com o sofrimento. Este é prêmio de
consolação que nos ofertamos a nós mesmos. E muitos de nós estacionam no sofrer
e passam a encarnação perdendo o tempo útil de caminharem na Estrada da
evolução. Sofrer não ilustra, não constrói nem fortifica ninguém, apenas
adoece. Precisamos entender que o Pai em sua Justiça e Bondade não iria querer
que nenhum de seus filhos sofressem, se assim o é, como poderíamos relacionar o
sofrer com a evolução?
Não
meus manos, sofrer somente adoce, atrapalha e envia-nos mais das vezes á
estrada da desolação, donde ficamos a fitar nossos amigos seguindo em frente,
passando pelas dores a que fizeram por conseguir, mas indo em frente, enquanto
estacionados no sofrimento, purgamos as tais " penas eternas" que
sabemos não existir, não é mesmo?
Abraços,
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